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Mormaii A sua marca na água

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6 Dicas da Família Nalu pra viajar com crianças

05/04/2016 10:17

Everaldo Pato, Fabiana Nigol e Isabelle Nalu estreiam em maio a série Nalu a Bordo, no canal OFF e o público já está ansioso para conferir as novidades, afinal, foram mais de 200 dias velejando pela Polinésia Francesa, tendo o mar como quintal.

Entre muitas curiosidades, Fabi revela que as crianças tem grande capacidade de adaptação. “Estudávamos todas as manhãs, a Belinha se dedicava a isso, mas também nos ajudava em todo o resto. Ela foi uma ótima marinheira! Ajudou a pescar, cozinhar, mergulhar e ligava o barco sozinha. Fez todo o curso com a gente, aprendeu os nós e todas as regras. Na verdade, nós ficamos sempre mais preocupados que ela. Criança se adapta muito bem! Melhor que a gente imagina”.

Seguindo a experiência das inúmeras viagens da Família Nalu, abaixo seguem 6 dicas especiais para quem vai viajar com crianças que a Fabi fez a gentileza de dividir com você.

1) Aceite algumas vontades

A primeira coisa antes de pegar a estrada é ter em mente que é essencial ter paciência e estar com o espírito preparado para o que o passeio reserva. Não adianta achar que por estar de férias a criança não vai chorar ou querer brincar. “O primeiro passo é pensar no que a criança pode fazer durante a viagem, o que ela gosta e quer. Levo sempre uma comida que a Belinha adora, livros e brinquedos”.

2) Inclua a criança em todas as atividades

Entendendo o limite de cada idade e assunto, não trate os pequenos como meros espectadores da programa. Faça eles participarem dos planos e entenderem onde estão. Uma técnica muito usada por Fabiana é ler os guias de viagem junto com a filha e comentar o que elas gostariam de fazer quando chegarem ao destino. A ideia é já ir criando o clima, dar informações do que vão encontrar nos próximos dias, aumentar a expectativa e ajudá-los a vivenciarem de verdade o passeio.“Fizemos muito isso antes de ir para a Europa, por exemplo. Chegando lá, ela lembrou dos museus que vimos nos livros. A partir dos seis anos, principalmente, eles se interessam bastante por aprender tudo que ensinamos”.

3) Tenha aliados

A dica é confiar nos monitores das atividades que os pequenos podem fazer. Tente não super proteger ou transparecer medo e preocupação e aprenda que dividir a responsabilidade com profissionais qualificados é uma ótima saída e as crianças agradecem.“Principalmente quando é um esporte radical ou uma atividade nova, a Belinha sempre acredita mais no professor do que na gente. Eu e o Pato podemos falar que vamos junto que mesmo assim ela continua insegura. Acho que porque o professor tem um jeito diferente e sempre consegue acalmá-la, ela sempre confia mais neles nessas horas. Dar espaço para outras pessoas ajudarem é importante”.

4) Cada um no seu quadrado

Por mais que os monitores tenham o poder de acalmar, se a criança tem pavor de altura, não adianta querer que ela vá em uma tirolesa, por exemplo. Não torne as férias um episódio de pressão e tortura. Tenha limites para insistir nas atividades. Claro que é preciso sugerir e apresentar as novidades, mas tente não forçar demais a barra e deixe o filho ir se soltando aos poucos. “Temos que valorizar o que a criança gosta de fazer, tem que deixar partir deles também. Uma vez a Belinha fez rapel no Rio São Francisco, eu estava com medo e ela acabou me animando. Ela me leva a ser uma mãe mais aventureira. Ela adora esporte e aventura e, hoje em dia, a gente é que tem que segurar as rédeas um pouco”.

5) Quanto mais crianças, melhor

Viajar é mais que conhecer lugares, é também encontrar pessoas novas. Então, incentive as amizades e deixe as crianças se virarem entre si. “Ficamos todo este tempo na Polinésia Francesa e não falamos francês. Um dia, a Belinha disse que queria fazer amizade com as pessoas dos barcos do lado. Ela subiu no stand up paddle e foi sozinha lá atrás de umas menininhas francesas. Chegou lá e conversou com o pai das crianças porque só ele falava inglês. Quando vi, ela estava voltando com as meninas na prancha. Elas passaram o dia aqui brincando, deram risada e nenhuma falava a língua da outra”.

6) Pense no futuro

Apresentar o mundo para os filhos ajuda a formar o caráter deles. Não é só um simples passeio. Claro que Isabelle Nalu é um caso diferente já que só conhece a vida pulando de país em país, mas pequenas experiências que se encaixam melhor na realidade de cada um podem fazer diferença. Não é só ter histórias para contar depois, é também aprendizado. “Como mãe eu me preocupo se estou fazendo a coisa certa, mas o que mais vejo de positivo neste nosso estilo de vida é que ela é uma pessoa que sabe se virar. Qualquer coisa que acontece, ela tem uma solução, acha um jeito. Se deixar, faz check-in e embarca sozinha. Ela é descolada, conversa, resolve as coisas. Acho que isso vai ser muito importante durante a vida”.

 

 

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